A abordagem clinicamente infantil à crise, como a denomina Nuno Cristiano de Sousa por privilegiar o castigo (austeridade e sacrifícios)

face à autonomização (oportunidades de empreendedorismo), tem constituído um obstáculo à evolução social, acentuando o sentimento

de dependência face ao exterior, para aqueles que não conseguem subsistir, e impedindo os que poderiam criar melhores condições de

vida aos restantes indivíduos de o fazer, com uma carga fiscal elevada e estímulos à evasão fiscal.

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